NOMES PARA ALESC
PL (12 a 15) – Ana Campanholo, Jessé Lopes, Marcius Machado, Alex Brasil, Camilo Martins, Carlos Humberto, Ivan Naatz, Jair Miotto, Marcos da Rosa, Junior Cardoso, Oscar Gutz, Guilherme Colombo. As demais vagas estarão entre Delegado Ulisses Gabriel, Bruno Souza, Mário Hildebrandt, Massoco e Maurício Peixer. Num terceiro bloco temos ainda Chica do Escudlark, Leandro Sorgatto, Saulo Sperotto, Coronel Mocelin, Juliana Maciel e Sargento Pacheco.
PT/PCdoB/PV (4 a 6 vagas) – Luciane Carminatti, Padre Pedro, Fabiano da Luz e Neodi Saretta. Se conquistar a quinta e/ou sexta vagas elas serão ocupadas por um destes nomes: Arlindo Rocha, Jean Volpato, Bia Vargas e Paulo Eccel.
MDB (4 a 5) – Mauro de Nadal, Jerry Comper, Fernando Krelling, Tiago Zilli. E ainda concorrem Emerson Stein, Emerson Maas, Adilson Giraldi e o delegado Jorge Koch.
Republicanos (2 a 3) – Sérgio Motta e Lucas Neves. Outros nomes buscam mais uma ou duas vagas: Gerri Console, Edson Piriquito, Jean Kuhlmann, Acélio Casagrande e André Moser.
Federação PP/União Brasil (4 a 6 vagas) – Gean Loureiro (UB), Sergio Guimarães (UB) e Vicente Caropreso (UB), Altair Silva (PP), Pepê Collaço (PP), Silvio Dreveck (PP), Evandro Scaini (PP) e Parisotto (UB).
PSD (2 ou 3) – Mario Motta, Napoleão Bernardes e Clésio Salvaro. Na briga ainda, Nilso Berlanda, José Thomé e Marlene Fengler.
BANCADAS MENORES
Podemos (1) – Osmar Teixeira, Fábio Botelho, Pedro Santacannabis ou Sargento Floriano.
PDT (1) – Rodrigo Minotto. E devem ter votação expressiva Rodrigo Buligon, Gui Pereira e André Guesser.
Cidadania/ PSDB (1) – Marcos Vieira precisa muito esforço para se reeleger.
PRD (1) – Ricardo Alba; Novo (1) – Matheus Cadorin; Psol (1) – Marquito (Psol).
Missão – Jairo Fortunatto, de Criciúma, pode ser um nome caso o Missão consiga furar a bolha e chegar a Alesc.
COMO FICA A COMPOSIÇÃO DA CÂMARA FEDERAL
A coluna traz hoje uma projeção sobre os possíveis eleitos para a Assembleia Legislativa de Santa Catarina (40) e Câmara dos Deputados (16) nas eleições que acontecem no domingo. Por isso, é preciso observar o tamanho do momento em prol da onda antipetista que toma conta de boa parte do Brasil, com exceção do Nordeste, onde Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem sua maior base política. Fato que também pode ser visto em algumas das capitais onde Lula deverá receber menos votos do que Flávio Bolsonaro (PL).
Em Santa Catarina a tendência é que a direita e centro direita mantenham até 13 cadeiras. O PL, que tem 7 deputados, deve eleger entre 6 e 8 deputados federais; o Republicanos, que tem 2 deputados, pode manter as duas cadeiras ou perder 1 e ficar com apenas 1, ou até conquistar uma terceira cadeira; o MDB, que tem 3 cadeiras, deve trabalhar muito para conquistar 2 vagas; o Novo, que possui um deputado federal, pode passar a ter até 2; a Federação PT/PcdoB/PV pode manter as 2 ou levar até 3 cadeiras; o União Brasil, federado com o PP, pode manter 1 cadeira ou conquistar 2.
Expectativa para o PSD, que tinha 2 deputados, e pode ter 2, ou ao menos 1, o que é mais provável. Outra expectativa é o Podemos, que fez uma nominata para tentar eleger a deputada Paulinha. Um cenário mais provável é de termos PL com 7, PT/PcdoB com 3, MDB com 2, Republicanos com 1, Novo com 1, PSD com 1 e o Podemos 1.
Nesta lógica, a cadeira de número 16 é fruto de disputa entre PL (6/7); o Republicanos pela segunda vaga (1/2), MDB pela segunda vaga (1/2) e Podemos para ter uma deputada (0/1).
Estas chapas devem ficar fora porque tem que chegar a 250 mil votos para garantir uma cadeira direto; primeira sobra com 200 mil votos na legenda e candidato com pelo menos 50 mil votos; mas pensam em entrar num cenário que conquistam a vaga na segunda sobra, com pelo menos 25 mil votos (com mínimo de 10% de votos).
PARTIDO LIBERAL
A maior bancada deverá ter 6 – como aconteceu em 2022, mas pode até chegar a 8, caso a onda 22 invada as urnas mais uma vez. O PL, que perdeu Jorge Goetthen porque Jorginho Mello (PL) queria o controle do Republicanos, trouxe ainda Ricardo Guidi e Ismael dos Santos do PSD.
A dúvida é saber quem irá ser o mais votado destas eleições, se o filho 04 de Bolsonaro, Jair Renan, ou Júlia Zanatta, posto de Carol de Toni (PL) em 2022. Devem se reeleger ainda Daniela Reinehr, Daniel Freitas e Ismael dos Santos. A sexta vaga pode ser de Sargento Lima. Uma sétima e oitava vagas devem ser disputadas por Ricardo Guidi e Zé Trovão. Nomes que tem trajetória política como os deputados Joao Paulo Kleinubing e Valdir Colatto, e a vereadora Manu Vieira devem merecer atenção.
CENTRO DIREITA
Republicanos pode conquistar até 2 vagas com Jorge Ghoetten e Geovania de Sá, mas atenção ao ex prefeito de Balneário Camboriu, Fabrício de Oliveira, ao ex deputado Dirceu de Mattos e ainda ao jornalista Paulo Alceu (que pode ser o fato novo desta eleição).
O PSD busca 1 a 2 vagas com Júlio Garcia – Presidente da Assembleia Legislativa, e o ex governador Raimundo Colombo – que tentou 2 vezes (2018 e 2022) voltar ao Senado, mas não chegou. A tendência é que Garcia figure na lista dos 6 mais votados entre todos os candidatos. Colombo, deve disputar a vaga nas sobras eleitorais.
O Podemos fez a chapa focada em eleger a deputada estadual e ex prefeita de Bombinhas, Paulinha. Outros nomes pra ficar de olho, são Rosiney Horácio e Bismark do Canal Hipócritas
O Novo, que tem Gilson Marques em segundo mandato, deve garantir sua reeleição e ainda ficar de olho em 2 vereadores: Rodrigo Livramento e Bia Borba (porque tem ligação com o deputado Nikolas Ferreira.
O MDB deve levar 2 cadeiras: Valdir Cobalchini, Rafael Pezenti e Rodrigo Coelho estão no páreo.
A Federação União Progressista (UB/PP) poderá eleger 1 ou 2 deputados. José Milton Scheffer (PP) tende a ser o mais votado e Fábio Schiochet (União Brasil), depois de 2 mandatos, deve entrar na segunda chamada. Não Federação não podem ser descartados ainda os nomes do ex governador Carlos Moisés (União Brasil); ex deputada Angela Amin (PP); ex deputado Coronel Armando (PP) e Débora Parisotto (União Brasil) – pela ligação com os evangélicos.
PELA ESQUERDA
Além de Ana Paula Lima e Pedro Uczai, do PT, caso conquiste a terceira vaga, Giovana Mondardo (PcdoB) deve ser o nome eleito, mas disputa com Carla Ayres e Vanessa da Rosa. Pela Federação Psol/Rede, quem corre por fora é o Professor Elson.
CHANCES RARAS
A federação Cidadania/PSDB – que colocou 3 candidatos a federal; e a Democracia Cristã que colocou 17 nomes; e a Federação PRD/Solidariedade ainda tenta cavar uma vaga na última sobra. Outras siglas, como o Avante, que colocou 17 nomes também deve ficar de fora.
Pelo Missão, o nome que tenta este espaço é Felipe Barcelos.













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