O chamado Campo Democrático confirmou, em Florianópolis, a chapa majoritária para a disputa estadual de 2026,…
A proposta da Carol; Flávio em Santa Catarina; a estratégia do PSD; denúncia no PIX, etc…
O RESTO PARA AMIN?
A deputada federal Carol de Toni conquistou o espaço na chapa ao Senado pelo PL ao lado de Carlos Bolsonaro. Ela se recupera de uma mordida de cachorro e quer evitar arranhões no campo da direita nestas eleições. Para isso sugere uma fórmula que deve desagradar em cheio ao Progressistas: vai pedir ao pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) para oferecer um espaço como ministro em um eventual governo, o que poria fim à concorrência no mesmo espetro político.
O assunto deverá ser levado a Flávio dia 09 de maio, 14 horas, Stage Music Park quando o PL recebe o presidenciável na capital federal.
É preciso saber como Amin irá receber a proposta de Carol, como uma deferência ou como menosprezo à trajetória do senador e ex governador de Santa Catarina.
PRÉ-CANDIDATA
A ex prefeita de Canoinhas, Juliana Maciel (PL), estará em Araranguá nesta quarta-feira (29/04) e participa de entrevista na Post TV.
BUSCA A REELEIÇÃO
Na terça-feira (28-04) é a vez da deputada estadual Luciane Carminatti (PT) passar por Araranguá e pelos estúdios da Post TV.
GARCIA – SALVARO/BETINHO
O PSD de Criciúma reuniu lideranças e apresentou 55 novos filiados em evento na noite de quinta-feira (23). O partido já mira as eleições, com João Rodrigues (PSD) como pré-candidato ao governo com vice do MDB, apoio à reeleição de Esperidião Amin (Progressistas) ao Senado. A estratégia para o Sul e ter apenas 3 candidaturas pelo PSD: Clésio Salvaro e Betinho Kuerten a estadual em dobradinha com Júlio Garcia a federal.
EDITAL RELÂMPAGO ABALA O SETOR CULTURAL
A condução do novo Programa de Incentivo à Cultura (PIC) gerou forte estranhamento entre entidades e artistas. O edital ficou aberto por menos de quatro horas e foi encerrado assim que atingiu o teto de R$ 75 milhões, impedindo a participação de muitos interessados. Além disso, a seleção ocorreu de forma automática, sem análise técnica ou critérios como relevância cultural, impacto social e interesse público. Após mais de dois anos sem abertura, o formato adotado agora levanta questionamentos sobre transparência e equidade no acesso aos recursos.


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