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Articulação política destrava licença da Serra do Fundo Grande

O ano de 2025 caminha para o fim com uma vitória política relevante para o Extremo Sul catarinense. A liberação da Licença Ambiental de Instalação da Estrada da Serra do Fundo Grande, concedida pelo Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), representa mais do que um avanço técnico: é o resultado direto de articulação política e construção institucional.

O deputado estadual Tiago Zilli (MDB) assumiu o projeto como prioridade de mandato e foi o principal elo entre o Governo do Estado, os órgãos ambientais e as lideranças locais. Em um processo conhecido pela complexidade — especialmente por envolver área de serra e sensibilidade ambiental —, o parlamentar atuou nos bastidores para destravar entraves e manter o projeto ativo na agenda estadual.

A estrada, que ligará a região do Rio Cará à divisa com o Rio Grande do Sul, é vista como estratégica para a integração regional. Além do impacto logístico e agrícola, o traçado tem forte potencial turístico e simbólico, conectando Santa Catarina ao estado vizinho por um novo corredor de desenvolvimento.

Nos bastidores, a concessão da licença só foi possível graças ao alinhamento entre diferentes esferas de poder. O governador Jorginho Mello (PL) deu respaldo político ao projeto, enquanto o processo contou com apoio técnico da UNESC e condução criteriosa do IMA, sob a presidência de Josevan Carmo da Cruz Junior. Técnicos do instituto também tiveram papel decisivo para garantir que a obra atendesse às exigências ambientais, com previsão de proteção de nascentes, fauna e vegetação.

No plano municipal, o projeto atravessou gestões. Teve início ainda no governo do ex-prefeito João Batista Mezzari – Gaiola (MDB) e ganhou continuidade com o atual prefeito Sander Just (MDB), que manteve o tema como prioridade administrativa. A leitura política é clara: quando há convergência entre Executivo municipal, Legislativo estadual e Governo do Estado, projetos estruturantes avançam.

Com a licença em mãos, a Serra do Fundo Grande deixa o campo das promessas e entra oficialmente na fase de execução. Para Tiago Zilli, o resultado consolida capital político na região e reforça um discurso cada vez mais presente em seu mandato: desenvolvimento com responsabilidade ambiental e diálogo institucional.

Agora, o desafio muda de fase. Sai a articulação política, entra a cobrança por prazos, recursos e execução. E, como se sabe, na política, tão importante quanto conquistar é entregar.

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