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Chapa fechada de Jorginho: agora começa de fato a eleição de 2026

Para surpresa de quase ninguém, o governador Jorginho Mello (PL) – que é do Oeste-  oficializou nesta quarta-feira (25/02) sua chapa majoritária nas eleições de 4 de outubro com Carlos Bolsonaro (PL) – pelo vale do Itajaí; e Carol de Toni (PL) – pela região de Chapecó; como pré-candidatos ao Senado. A chapa foi avalizada por Flávio Bolsonaro (PL) e Valdemar da Costa Neto (PL) na reunião que o pré-candidato a presidente fez com parlamentares e governadores do partido. Com o anúncio de que o prefeito Adriano Silva (Novo) será o vice, o Sul do Estado fica de fora, podendo pleitear apenas as vagas de suplência, 2 de Carlos e 2 de Carol.

Com isso, quem tinha esperança de que a Federação União Brasil (PP/União) poderia indicar Esperidião Amin (PP) deve ter ficado frustrado, mas não surpreso. Isso porque o governador “pagou seu compromisso” com os partidos que derrotou em 2022 e que beijaram sua mão no segundo turno daquelas eleições.

 

DIFÍCIL LARGAR O OSSO

Há 7 meses da eleição, o PP ainda ocupa a Secretaria de Indústria e Comércio e está na surdina. O MDB a Secretarias de Infraestrutura (onde Jerry Comper sofre a humilhação de ter menos peso que Ricardo Grando (adjunto da pasta); de Meio Ambiente (que o MDB herdou de Ricardo Guidi e que tem pouco peso; e a Fesporte (que atende a indicação do deputado Fernando Krelling). Entregou apenas a pasta da Agricultura, que tem mais peso, mas que era fruto da humilhação que o deputado Carlos Chiodini (MDB) teve que passar para ser abandonado pelo menos expressivo Partido Novo no estado.

Ou seja, o MDB ainda quer “sugar os últimos dias possíveis” antes de deixar de fato o governo Jorginho para embarcar em novo projeto – candidatura a governador ou a vice, ou mesmo desistir de sair e ficar apenas como apoiador da chapa PL/Novo e lançar apenas candidatos a deputado federal ou estadual. Se a opinião da militância valer o MDB terá nome a governador – que pode ser Antídio Lunelli ou Carlos Chiodini, ou ser vice de João Rodrigues (PSD). A opção de estar com Gelson Merísio (por um partido de centro-esquerda) parece um pouco mais difícil porque a cúpula em sua maioria aderiu ao chamado “bolsonarismo” e por medo das urnas em se aliar ao PT.

 

PALANQUES NACIONAIS
Ao que tudo indica, uma chapa PSD, MDB, PP/União e mais um, deve disputar a eleição e dar palanque a Ratinho Júnior (PSD). O PL, Novo, Republicanos, Podemos, PRD e Avante serão o palanque de Flávio Bolsonaro (PL). A esquerda deverá juntar Federação PT-PV-PCdoB, PDT, Solidariedade, PSB e Federação Psol-Rede para dar palanque ao presidente Lula (PT).

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