Associação inicia implantação de 150 câmeras em Araranguá; proposta apresentada em 2025 por vereador previa modelo colaborativo de segurança
Araranguá dará um importante passo no fortalecimento da segurança pública com a implantação de uma rede inicial de aproximadamente 150 câmeras de videomonitoramento em pontos estratégicos do município. O projeto será executado pela ASCA (Associação de Segurança Colaborativa de Araranguá), em parceria com a empresa LOOKCAM e com apoio tecnológico da Intelbras, e também prevê a instalação de totens inteligentes nas principais rótulas da cidade.
A iniciativa representa a concretização de uma proposta semelhante à apresentada pelo vereador Samuel Nunes (Samuca) em novembro de 2025. Na ocasião, o parlamentar protocolou uma indicação sugerindo que a Prefeitura de Araranguá celebrasse convênios com associações colaborativas de segurança pública para ampliar a malha de monitoramento por câmeras de vigilância e drones em tempo real em todo o município.
Na justificativa da indicação, Samuel destacou que sistemas de monitoramento comunitário auxiliam na prevenção de crimes, permitem o acompanhamento de atividades suspeitas, fornecem imagens para investigações e podem ser integrados às forças de segurança para monitoramento em tempo real, sempre respeitando a privacidade dos cidadãos e a legislação vigente.
Segundo informações apuradas pela Post TV, o projeto da ASCA conta com o conhecimento e apoio da Polícia Militar, da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do DNIT. A expectativa é que a nova estrutura fortaleça a prevenção da criminalidade, amplie a capacidade de resposta das forças policiais e contribua para tornar Araranguá uma cidade ainda mais segura.
Além da implantação da rede de videomonitoramento, moradores, comerciantes e empresários poderão se associar à ASCA, integrando um sistema de segurança colaborativa. Os associados terão acesso a ferramentas que auxiliam no atendimento de ocorrências, compartilhamento de informações e utilização da estrutura de monitoramento, promovendo uma atuação conjunta entre comunidade e órgãos de segurança.
Embora a iniciativa atualmente esteja sendo conduzida pela ASCA, a proposta apresentada pelo vereador em 2025 já defendia exatamente a criação de parcerias entre o poder público e associações colaborativas para expandir a cobertura de monitoramento eletrônico, demonstrando uma convergência entre a ideia legislativa e o modelo que começa a ser implantado na cidade.












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