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Força-tarefa une prefeitos, entidades e MP para salvar Lagoas do Sombrio e Caverá
Uma mobilização regional liderada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) busca soluções concretas para a preservação das lagoas do Sombrio e do Caverá, no Extremo Sul catarinense. A iniciativa surge após a instauração de uma notícia de fato para apurar possíveis casos de degradação ambiental na Lagoa do Sombrio.
A 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Sombrio articulou uma reunião com representantes de diversos municípios e entidades para discutir a realização de um estudo socioambiental. O diagnóstico será fundamental para embasar ações futuras voltadas à preservação, recuperação ambiental e desenvolvimento sustentável da região.
De acordo com a promotora de Justiça Andréia Tonin, a complexidade do cenário exige atuação conjunta. “A preservação da Lagoa do Sombrio exige uma união de esforços que ultrapassa fronteiras municipais. A atuação do MPSC como mediador é essencial para construir soluções sólidas, que não apenas remediem danos, mas estabeleçam uma cultura de prevenção, com educação ambiental e fiscalização rigorosa”, destacou.
O encontro, realizado no dia 26 de março, reuniu representantes dos municípios de Santa Rosa do Sul, Balneário Gaivota, São João do Sul, Sombrio e Passo de Torres. Também participaram o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina, a Associação de Proteção Ambiental Aguapé e a Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense, além de empresários da região.
Durante a reunião, ficou definido que o estudo socioambiental também irá abranger a Lagoa do Caverá, ampliando o escopo das ações e fortalecendo a estratégia de preservação integrada dos ecossistemas locais.
A expectativa é que o levantamento técnico sirva como base para políticas públicas eficazes, garantindo que o crescimento econômico da região esteja alinhado à proteção dos recursos naturais.


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