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ATUALIZADO: O que decide as eleições em Turvo?; uma bomba-relógio em Araranguá; Moisés sai do isolamento

QUEM SERÁ CANDIDATO A PREFEITO?

O prefeito Tiago Zilli (MDB) exonerou Jair Toretti, o Jaca (MDB), do cargo de secretário de Turismo de Turvo. Embora negue a possibilidade de se disputar as eleições na chapa majoritária, Toretti fica apto para ser candidato a prefeito ou vice. Assim como Valcir Vassoler Milanez o “Zebra” (MDB), que deixou a Secretaria de Obras.

Ambos saíram a pedido do vice-prefeito Edson Jair Dagostin, o Piska (MDB), que, no caso de ser o nome do MDB para a sucessão de Zilli, pode contar com ambos para Câmara, ou até para mesmo para uma vaga na chapa majoritária.

Com as indefinições de candidatura e com o anúncio antecipado por Zilli de que não irá disputar a reeleição.

 Jair Toretti

 

NOMES DO MDB

Hoje o MDB tem dois nomes para a majoritária, mas tanto o ex-prefeito Heriberto Afonso Schmidt quanto o vice-prefeito Edson Jair Dagostin, o Piska, não são aliados do ex-prefeito Ronaldo Carlessi (sem partido), que saiu do partido e ainda não se pronunciou sobre seu apoio. 

 

 

SAÍDA DE CARLESSI

Carlessi, que já tinha divergências com o MDB por causa da ‘má condução das candidaturas a deputado’, deixou o partido no período das eleições da Cersul. A gota d’água para o ex-prefeito foi a eleição para sucessão na cooperativa, quando havia um acordo para o PP assumir, mas o MDB decidiu lançar candidato.

Nos bastidores, desfiliado, o ex prefeito acabou apoiando a eleição de Jonnei Zanette (PP) e Sandro Cirimbelli (PP) para o comando da Cooperativa de energia elétrica, dupla que derrotou o nome do MDB, empresário Selvino Londero (do Arroz Dalon).

 

 

FATOR CARLESSI

O PP tem hoje para a disputa os nomes de Vanderlei Januário;  de Cirimbelli,  que se licenciou da Cersul, (Arlindo Manenti NÃO SAIU, E ESTÁ FORA) ou Carmo Olivo, da dupla que disputou contra Zilli/Piska em 2016. 

A dúvida é se Carlessi apoia o partido pelo qual fez história, ou alguém do PP, já que está sem partido. 

 

 

FORA DE JOGO

Selvino Londero (MDB), que poderia ser um dos pré-candidatos, e ao que tudo indica não irá nem mesmo participar da eleição. Deve “ficar só no camarote”.

Se Piska for o candidato, pode ser que reveja a situação.

 

 

PREVISÃO MAIS PESSIMISTA

De acordo com Paulo Pacheco, fiscal de tributos da Prefeitura de Araranguá, “com a liquidação de 3 outras ações trabalhistas, o débito em precatórios vai bater no final de 2.021 em 35 milhões”, ou seja, R$ 10 milhões a mais que hoje.

“E para o começo do ano? “Merreca”. Mais de R$ 30 milhões para pagar papagaios nos bancos, tendo como garantias as verbas do FPM e ICMS… Não dá para esquecer que a recessão está instalada. Acho que o prefeito forçou a bitola”.

Traduzindo: para Pacheco, Mariano Mazzuco Neto (PP) apertou os gastos.

 

 

GOVERNÁVEL, MAS SE….

A nota de Paulo Pacheco é uma resposta à nota da coluna que disse que Araranguá, que chegou a ter R$ 70 milhões de dívidas com precatórios, hoje tem R$ 25 milhões, e que está “perfeitamente governável”.

No entanto, faltou dizer que há sim uma pendência, que a coluna vem trazendo desde 2012, a dívida com a Massa Falida do Banco Santos, que pertencia ao banqueiro Edimar Cid Ferreira.

A dívida pode estar hoje em mais de R$ 30 milhões, de acordo com o ex procurador de Araranguá, Thiago Moacir Turelly (sem partido), que foi quem fez a última defesa judicial contra a ação de cobrança. Tem credor do Banco Santos que já morreu e a cobrança da dívida está alcançando seus herdeiros.

A situação está parada desde 2015, quando Turelly fez a “última cartada jurídica”.

 

 

PARA RELEMBRAR

Escrevi na coluna em 14/06/2018 a seguinte nota: “A BOMBA BANCO SANTOS – Num grau até pior de preocupação deve estar a dívida com a “Massa Falida do Banco Santos”, oriunda de um empréstimo do então prefeito Neri Francisco Garcia (MDB), e que na época dava em garantia as receitas de FPM e ICMS. O valor principal era de R$ 194.729,30 e deveria ter sido pago em 5 parcelas até 29/11/1996. Sem a devida quitação, em 25/10/1996 o valor corrigido já era de R$ 214.649,37. Na gestão de Sandro Maciel (PT), entre 2013 e 2016, o tema voltou à baila depois de anos de rolagem da dívida. A Prefeitura foi notificada a pagar esta conta. Em 2015 a conta já passava de R$ 16 milhões. O então Procurador Geral, Thiago Turelly, foi a São Paulo para contestar o processo e, desde então, não tem decisão nova. O problema é que ela pode vir a qualquer momento. E detalhe: não vira precatório, vai direto nos termos dados em garantia, as receitas de FPM e ICMS. Em valores atualizados, a dívida, caso Araranguá não vença na Justiça, passa de R$ 20 milhões”.

 

O ex prefeito Neri Garcia (MDB) falou sobre o tema em uma entrevista:

http://post.tv.br/2020/01/17/neri-garcia-o-banco-santos-e-o-iptu-pp-de-sombrio-pl-quer-ter-nomes-em-praia-grande-e-morro-grande-e-outros-pitacos/

 

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“EU JÁ SEI A RESPOSTA, MAS VOU PERGUNTAR”

A participação do governador Carlos Moisés da Silva (PSL) em uma festa junina, em um hotel de Gaspar complicaria mais se ele tivesse dançado a quadrilha?

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