Um projeto que trata de deepfakes sexuais foi aprovado na Comissão de Educação, segundo informou Ana Paula Lima (PT). A medida é apresentada como um passo na proteção de mulheres e jovens.
Deepfakes são conteúdos falsos, produzidos com tecnologia, que simulam a imagem de uma pessoa. No caso das deepfakes sexuais, a imagem é usada em cenas de cunho sexual, sem consentimento.
Ao comentar a aprovação, o autor defendeu que a educação pública seja um espaço de proteção e disse que a imagem e a dignidade de meninas e mulheres não podem ser atacadas no ambiente virtual.
“A internet não pode ser terra sem lei, e a educação pública precisa ser um espaço de proteção. Não vamos tolerar que a imagem e a dignidade de meninas e mulheres sejam atacadas de forma covarde no ambiente virtual”, afirmou.














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