Em entrevista ao Post Notícias, da PostTV, o prefeito de Maracajá, Aníbal Brambila (PSD), fez um balanço do segundo mandato e aproveitou para mostrar o peso das articulações políticas na viabilização de obras no município. Brambila destacou mais de R$ 20 milhões em recursos atribuídos ao deputado Júlio Garcia (PSD), além de valores indicados por Tiago Zilli (MDB) e Rodrigo Minotto (PDT). Na prática, o prefeito reforçou a importância das parcerias com deputados para bancar investimentos que, segundo ele, não seriam possíveis apenas com a arrecadação municipal. Mas o trecho político da conversa ficou por conta da eleição estadual. Brambila adotou cautela e disse manter uma posição neutra em relação ao Governo do Estado, justificando que Maracajá tem recebido os repasses acordados e que, para o município, o importante é preservar as parcerias que resultem em investimentos.

GENÉSIO: CHAPA DO AMIN
Nove vereadores de Araranguá estiveram reunidos na residência do vereador Diran Drewke (PP) na tarde desta quarta-feira (16/9) para receber Genésio Spilleri (PP) – ex prefeito de Nova Veneza, suplente a senador na chapa de Esperidião Amin (PP), com objetivo de declarar apoio a chapa Antídio Lunelli (MDB) e Amin (PP). Aliás, o outro suplente também é do Sul, Volnei Weber (MDB), de Braço do Norte. A reunião também contou com a presença dos presidentes do PP, Márcio Scarsanella, o Tubinho, e do MDB Alcindo Crepaldi, o Negão, e ex prefeito de Araranguá Mariano Mazzuco Neto (PP). Além de Diran e Douglas Michels (PP), Dédo Martins e Samuel Nunes, o Samuca (União Brasil), Neno Fontoura (PSD) e Márcio Mano (PSD), três vereadores do MDB, Júnior Bailão, Samuel Jesuino e Joel Casagrande.
15CANDIDATOS DA AMESC
- José Milton Scheffer — Progressistas | Dep Federal | Sombrio
- Marcos Colares — PRD | Dep Federal | Jacinto Machado
- Morgana Daniel — Novo | Dep Federal | Araranguá
- Paulo Josué — Missão | Dep Federal | Araranguá
- Alcir Marcos — Solidariedade | Dep Estadual | Araranguá
- Ana Paula Souza — Republicanos | Dep Estadual | Araranguá
- Arlindo Rocha — PT | Dep Estadual | Maracajá/Criciúma
- Evandro Scaini — Progressistas | Dep Estadual | Bal Arroio Silva
- Flaviana Rocho — Podemos | Dep Estadual | São João do Sul
- Ju do Taxi — União Brasil | Dep Estadual | Bal. Gaivota
- Jucimar Custódio — PSDB | Dep Estadual | Sombrio
- Roberto Pereira — Novo | Dep Estadual | Passo de Torres
- Tatiane Santana — Novo | Dep Estadual | Sombrio
- Tiago Zilli — MDB | Dep Estadual | Turvo
- Ulisses Gabriel — PL | Dep Estadual | Turvo/Orleans
CASO JARAGUÁ: ANTES DE TOMAR POSIÇÃO, VEJA A HISTÓRIA INTEIRA
Um vídeo de poucos segundos pode provocar uma reação imediata. Mas, quando se trata de uma ocorrência que envolve agressões, policiais, candidatos e manifestantes, talvez seja preciso fazer uma pausa antes de tomar posição. Imagine que você tenha recebido apenas o trecho em que a candidata a suplente ao Senado e advogada Fernanda Klitzke (PT) aparece sendo atingida durante a intervenção policial. A primeira reação de muitas pessoas provavelmente seria:
“Como pode a Polícia Militar estar agredindo uma mulher, inclusive com chutes?”
Agora, imagine que o vídeo comece alguns minutos antes, mostrando a discussão em frente à residência de uma moradora que reclamava do som alto, inclusive por ter um filho autista em casa. A percepção pode ser completamente diferente:
“Como podem essas pessoas fazer uma baderna com som alto em frente à casa de alguém?”
Há ainda outro recorte possível: a mulher que reclama aparece aos berros, caminhando em direção ao veículo onde estavam as pessoas envolvidas na discussão. A reação de quem assiste somente a esse trecho pode ser:
“Que mulher grosseira. Por que não foi conversar de forma tranquila?”
E existem também os áudios das ligações feitas à Polícia Militar, nos quais a reclamante pede reforço diante da situação que estava acontecendo. Para quem ouve apenas esses áudios, surge outra pergunta:
“Por que acionar a polícia dessa maneira, aumentando a tensão de uma ocorrência que já estava complicada?”
É justamente aí que está o ponto central: dependendo de onde o vídeo começa, a mesma história pode parecer completamente diferente.
TRÊS MULHERES ENVOLVIDAS
No episódio, a Polícia Militar foi acionada para atender uma situação que já envolvia discussão e tensão entre as pessoas. Fernanda Klitzke (PT) entrou na situação com a intenção de mediar o conflito, segundo a versão apresentada, e acabou atingida por disparos de munição de impacto controlado (balas de borracha) e também durante a confusão física. Ao mesmo tempo, uma policial militar também acabou ferida no tumulto. Isso não significa, por si só, que todas as atitudes de todos os envolvidos tenham sido corretas ou incorretas. Significa que uma conclusão baseada apenas em um recorte pode ignorar justamente os acontecimentos que levaram ao momento mostrado naquele recorte. O episódio mostra algo que vai muito além dessa ocorrência específica: na internet, muitas vezes não recebemos a história inteira. Recebemos 20 segundos dela.
NA ERA DOS RECORTES
E 20 segundos podem ser suficientes para provocar indignação, revolta ou apoio. Mas talvez não sejam suficientes para formar uma conclusão. Antes de compartilhar, atacar, defender ou tomar posição, vale perguntar: O que aconteceu antes desse vídeo? Quem chamou a polícia? O que foi dito nas ligações? O que aconteceu entre os envolvidos? O que dizem os policiais? O que dizem as pessoas que estavam no local? Existem imagens completas? Em tempos de vídeos editados, cortes e informações que circulam rapidamente pelas redes sociais, ver o começo, o meio e o fim pode ser tão importante quanto ver o momento que mais chamou a atenção.
POLITIZAÇÃO
Direita e esquerda fizeram uso político da ocorrência de Jaraguá do Sul. Esquerda tentando criminalizar ao máximo a truculência da PM de Jorginho Mello (PL). O governador e parlamentar do PL, sem ver o todo, usando o confronto para usar a PM politicamente em seu favor. É uma guerra que não tem vencedores, apenas mais lenha na fogueira eleitoral. Aliás, este episódio ganhou mais repercussão porque a eleição está muito apagada.
FLÁVIO: SC DIA 19; MELLO: CRICIÚMA DIA 22
Encontro do 22 acontece na terça-feira (22); antes, Flávio Bolsonaro (PL) participa de agendas em Joinville e Chapecó. O PL prepara para terça-feira (22), em Criciúma, o “Encontro do 22”, reunindo lideranças, candidatos e apoiadores do grupo que disputa as eleições de 2026 em Santa Catarina. O evento está marcado para as 19h22, no AM Master Hall, e deverá contar com a presença do governador e candidato à reeleição Jorginho Mello, do candidato a vice Adriano Silva (Novo), da candidata ao Senado Carol De Toni e do senador Carlos Bolsonaro, além de candidatos e lideranças da região. A mobilização em Criciúma acontece poucos dias depois da passagem de Flávio Bolsonaro por Santa Catarina. Criciúma é a base do maior aliado de João Rodrigues (PSD), ex prefeito Clésio Salvaro (PSD), mas também dos deputados aliados de Mello, Geovania de Sá (Republicanos), Júlia Zanatta (PL), Daniel Freitas (PL) e Ricardo Guidi (PL).
FLÁVIO EM JOINVILLE E CHAPECÓ
O candidato à Presidência, Flávio, estará no Estado neste sábado (19), com dois compromissos de campanha: pela manhã, às 10h22, no Expoville, em Joinville, e à tarde, às 16h22, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó. As agendas de Joinville e Chapecó também devem reunir Jorginho Mello, Adriano Silva, Carol De Toni e Carlos Bolsonaro, além de candidatos proporcionais e lideranças dos partidos que integram a aliança. Joinville é base política do candidato a governador João Rodrigues (PSD), que apoia a candidatura de Ronaldo Caiado (PSD) a presidente da República. Joinville, por sua vez, é a terra do ex prefeito Adriano (Novo). Assim, em menos de uma semana, o grupo terá duas grandes mobilizações no Estado: primeiro com a presença de Flávio Bolsonaro no Norte e no Oeste e, na terça-feira seguinte, o encontro regional é no Sul, em Criciúma.
LULA EM FLORIANÓPOLIS
O presidente Lula (PT), que disputa a reeleição, por sua vez, estará na capital do estado no mesmo dia que Flávio vem dia 19 de Setembro ao Estado para um ato político. Lula estará ao lado do candidato da aliança que dá palanque político a sua candidatura com Gelson Merísio (PSB) a governador, Angela Albino (PDT) e senadores Décio Lima (PT) e Afrânio Boppré (Psol). Lula tenta da um gás pra candidatura de Merísio para tentar garantir segundo turno em SC.












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