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Em Santa Catarina, o apoio de Jair Bolsonaro vair apara Carlos e Carol

Depois da conversa com o ex presidente Jair Bolsonaro (PL) – @jairmessiasbolsonaro, o deputado gaúcho Sanderson Ubiratan – @deputadosanderson, tronou público o recado do presidente – que está preso na Papudinha, e joga “uma pá de cal” na pretensão do senador Esperidião Amin (PP) – @esperidiaoamin, de ser o candidato indicado para a vaga na chapa de Jorginho Mello (PL) a Adriano Silva (Novo).

Sanderson apontou as duplas que Bolsonaro irá apoiar para vagas ao Senado: em Santa Catarina é Carlos Bolsonaro (PL) e Carol de Toni (PL); no Rio Grande do Sul é Sanderson (PL) e Van Hatten (Novo); e no DF a esposa, Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL).

 

MELLO NÃO TEM O CONTROLE

Quem observa a cena a política de Santa Catarina, sabe que o governador Jorginho controla a sigla no campo estadual, tanto que irá bancar o delegado Ulisses Gabriel no PL a deputado estadual ainda que a deputado federal Júlia Zanatta queira emplacar o marido, Guilherme Colombo, para uma cadeira no parlamento catarinense.

No entanto, está mais do que evidente que Mello não tem poder de controlar as candidaturas a deputado federal e senador.

 

TUDO EMPURRA PARA PSD-MDB-PP/UNIÃO BRASIL
O senador Esperidião Amin ainda acredita que o acordo nacional PL (Valdemar) e Federação União Progressista (Ciro e Rueda) possa segurar esta vaga. No entanto, mesmo que o PP estivesse na chapa de Jorginho, Carol seria a candidata do ex presidente. Seria o mesmo que ser candidato da chapa, mas não o do ex presidente Bolsonaro, o que seria um jogo muito arriscado.

Não por acaso, nos últimos dias o governador já não esconde mais que MDB e PP/União, se quiserem “seguir na mesma tropa”, terão que aceitar ficar de fora da chapa majoritária que tem Adriano, Carlos Bolsonaro, Carol de Toni.

Tudo se encaminha para que a Federação União Progressista leve mesmo Amin para formar chapa com João Rodrigues (PSD), onde tem espaço, e onde ele tem este espaço. Chega a ser uma humilhação para um dos políticos mais influentes de Santa Catarina – ex prefeito da capital, ex deputado federal, ex governador e senador) ter que “mendigar as sobras” do espólio bolsonarista.

Da mesma, forma, é humilhante para o MDB, se aceitar entrar no projeto em que não tem sequer uma das 4 vagas.

Além do mais, se a chapa fosse João Rodrigues (PSD), Antídio Lunelli (MDB), Amin (PP) e mais um quarto nome, a eleição teria a disputa de dois grupos bolsonaristas.

Neste contexto, Gelson Merísio (Solidaridade) – com longo histórico de centro-direita, correria por fora em busca de repetir Décio Lima (PT), que deve disputar a vaga ao Senado, na tentativa de buscar vaga no segundo turno. Com chances ainda de conquistar o segundo voto para Décio para descontes deste arranjo da direita.

 

SEM APOIO A TARCÍSIO

Este anúncio também confirma o apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), e elimina a possibilidade de uma dobradinha Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Michelle de vice na eleição presidencial.

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