Diante da repercussão que houve em torno da informação de que Ernani Palma Ribeiro Filho poderia deixar o Progressistas de Araranguá, a coluna questinou-o sobre a possibilidade de estar na coordenação jurídica ou geral de campanha do Ricardo Ghelere; sobre uma possível saída ou licença sua do partido para esta campanha; se houve contato com Tano Costa (PSD) para estar na campanha do PSD/MDB.
Ele encaminhou a seguinte resposta:
“Estou conversando com o Ricardo (Ghelere) para ajudá-lo. Não pretendo me desfiliar do PP, mas, difícil conviver com a atual situação aonde o partido passa a agir como se tivesse dono, e as decisões ocorrem em gabinete fechado para todos, sem qualquer respeito ao seu Diretório. Além da total falta de respeito às antigas é importantes lideranças, das quais me excluo, não me refiro à minha pessoa. Sou muito amigo do Tano, considero uma pessoa dignas dentro da política. Fosse candidato à prefeito estaria com ele, sem sombra de dúvidas, espero que chegue lá, um dia. Mas, infelizmente está numa coligação cuja liderança perdeu minha confiança há muitos anos. Não confio. Mas veja, o Tano foi nosso vereador mais votado na última eleição e os donos do PP, conseguiram expurga-ló do partido”.
Lideranças do PP, em contato com a coluna, preferem não falar sobre a situação ainda em público porque há uma reunião marcada do presidente do partido, José Hilson Sasso, com o próprio Ernani.
Sasso alega que estava esperando a resposta de Ernani sobre o convite que fez para que ele assuma a Pocuradoria Geral do Samae, já que ele ocupa um cargo de confiança do PP como Assessor Jurídico da autarquia.
Palma Ribeiro foi vereador entre 1993 e 1996, Procurador de Araranguá nas gestões de Primo Menegalli (1997 a 2004), diretor geral do Samae (2005 a 2012), e agora está no Samae como Assessor Jurídico. Foi presidente do PP entre 2011 e 2012. Nas eleições de 2016, Ernani foi candidato a vereador.
Mariano Mazzuco Netto teria convidado Ernani para ocupar cargo de Superintendente da Fama, ou outra posição no governo, mas, de acordo com apuração da coluna, não aceitou porque queria voltar a dar atenção ao escritório de advocacia, que deixou de lado para ocupar cargos públicos.











