A Prefeitura de Timbé do Sul ampliou a estrutura da saúde com a implantação de uma…
Proposta quer segunda UPA 24h para desafogar atendimentos em Araranguá
A ampliação da rede de saúde pública de Araranguá voltou ao centro das discussões após a aprovação da Indicação nº 418/2026, de autoria do vereador Carlos da Funerária, que propõe a implantação de uma segunda Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 Horas no município. A matéria foi aprovada durante a 35ª sessão ordinária da Câmara de Vereadores, realizada na segunda-feira (20), e agora segue para análise do Poder Executivo.
A proposta prevê a realização de estudos técnicos, financeiros e administrativos, além da busca de recursos junto aos governos estadual e federal para viabilizar a construção, implantação e manutenção da nova unidade. O objetivo é ampliar a capacidade de atendimento diante do crescimento populacional e da alta demanda por serviços de urgência e emergência.
Atualmente, a UPA em funcionamento registra cerca de 11,8 mil atendimentos mensais, recebendo inclusive pacientes de municípios vizinhos, como Balneário Arroio do Silva e Maracajá. Segundo o autor da indicação, a criação de uma segunda unidade poderá reduzir a superlotação, diminuir o tempo de espera e garantir uma distribuição mais equilibrada dos atendimentos nas diferentes regiões da cidade.
A iniciativa também leva em consideração o desenvolvimento urbano e econômico de Araranguá, que tende a aumentar a procura por serviços públicos de saúde. A proposta busca, assim, antecipar demandas futuras e estruturar o município para acompanhar esse crescimento.
Cadastro social pode transformar políticas públicas
Na mesma linha de fortalecimento das políticas públicas, outro projeto aprovado na última sessão de julho propõe a criação do Cadastro Municipal de Pessoas em Situação de Vulnerabilidade Social. O Anteprojeto de Lei nº 100/2026, também de autoria do vereador Carlos da Funerária, tem como objetivo identificar, mapear e acompanhar famílias em condição de vulnerabilidade.
A proposta prevê a formação de uma base de dados detalhada, que permitirá ao município compreender melhor a realidade social da população e, a partir disso, planejar e executar ações mais eficientes nas áreas de assistência social, saúde, educação, habitação e geração de renda.
Com a iniciativa, a expectativa é tornar as políticas públicas mais assertivas, garantindo que os recursos cheguem de forma mais precisa às pessoas que realmente necessitam, além de fortalecer a gestão social do município.


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