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MULHERES NO CENTRO DAS DECISÕES: seminário da PGE/SC fortalece protagonismo feminino nas eleições de 2026

A participação feminina na política esteve no centro dos debates promovidos pela Procuradoria-Geral do Estado de Santa Catarina (PGE/SC) nesta quarta-feira (17), durante o seminário “PGE nas Eleições com Elas”. Realizado no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis, o evento reuniu mais de 200 mulheres, entre procuradoras, advogadas, juristas, servidoras públicas e lideranças estaduais, para discutir os desafios e oportunidades da presença feminina no processo eleitoral.

Um dos destaques da programação foi a participação da vice-governadora de Santa Catarina, Marilisa Boehm, que compartilhou sua trajetória na defesa dos direitos das mulheres e ressaltou a importância da ocupação de espaços de poder por lideranças femininas. Durante sua fala, ela enfatizou que a transformação social passa pela ampliação da participação das mulheres em cargos de decisão e pela construção de políticas públicas voltadas à igualdade de gênero.

O seminário integra a segunda edição do projeto “PGE nas Eleições”, criado para orientar agentes públicos sobre a legislação eleitoral e ampliar o debate sobre a representatividade política. Desta vez, o foco esteve voltado ao fortalecimento das candidaturas femininas e à promoção de maior segurança jurídica para mulheres que pretendem disputar cargos eletivos.

Além da discussão sobre liderança feminina, os painéis abordaram temas como financiamento de campanhas, prestação de contas eleitorais e mecanismos jurídicos de combate à violência política de gênero. Especialistas de diferentes áreas compartilharam experiências e informações voltadas ao fortalecimento da participação das mulheres no cenário político catarinense.

Para os organizadores, iniciativas como essa são fundamentais para enfrentar barreiras históricas e incentivar uma presença feminina mais efetiva nos espaços de decisão. O encontro reforçou a necessidade de ações concretas para garantir não apenas o cumprimento da legislação eleitoral, mas também condições reais de igualdade para que mais mulheres possam disputar e ocupar cargos públicos.

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