UNESC — EAD

OPERAÇÃO O2; CPI NA ALESC; OPOSIÇÃO DIVIDIDA EM ARARANGUÁ?; E OUTROS PITACOS;

FIM DO SIGILO: APÓS OPERAÇÃO O2, MP PEDIU PRISÃO, NEGADA PELA JUSTIÇA

Com o fim do sigilo da investigação, apareceram os nomes apontados pelo Gaeco na Operação O2, que investiga um suposto esquema para desviar recursos do Governo do Estado. São estes:

Douglas Borba (Ex-secretário da Casa Civil de SC); Leandro Adriano de Barros (Advogado e parceiro de Borba); Pedro Nascimento de Araújo (CEO da Veigamed); Rosemary Neves de Araújo (Sócia da Veigamed); Gilliard Gerent (intermediário); Fabio Deambrosio Guasti (Médico em São Paulo); Davi Perini Vermelho (presidente da Câmara de Vereadores de São João do Meriti (RJ); e Samuel de Brito Rodovalho (Empresário, que teria intermediado pedido de propina em Joinville).

A digital do ex-secretário Douglas Borba está na operação, tanto que o Ministério Público pediu as prisões temporárias dele e dos investigados, mas a Justiça negou.

 

file:///C:/Users/User/Desktop/11-05-2020%20-%20post%20e%20enfoque/BORBAA.pdf

file:///C:/Users/User/Desktop/11-05-2020%20-%20post%20e%20enfoque/BORBA.pdf

 

RITO DO PROCESSO

A Comissão Especial (9 deputados) que analisa o Impeachment do governador Carlos Moisés (PSL) começa os trabalhos nesta terça-feira (12). Ao final dos trabalhos, pode indicar se aceita ou arquiva o pedido assinado pelo deputado estadual Ivan Naatz (PL).

Se o processo for aceito, irá a plenário e precisará de 27 votos para ser efetivado.

Como não se trata de cassação da chapa, a vice-governador Daniela Reihner (sem partido) teria o direito de assumir.

Apenas em caso de vacância de ambos os cargos é que haveria eleição direta no 1º biênio (2019/2020) ou indireta no 2º (2021/2022). A Constituição Federal trata do tema nos artigos 79, 80 e 81.

“NINGUÉM QUER”

Antes de anunciado que Amandio João da Silva Junior seria o substituto de Douglas Borba na Casa Civil, perguntado pela coluna se 1 dos 40 deputados poderia ser o substituto, o deputado estadual Kennedy Nunes (PSD) disparou: “Ninguém quer”.


 

‘CONVERSAS DEVEM SAIR’

Sobre a nota “conversas devem sair”, na coluna de domingo (10), o vice-prefeito Primo Menegalli Júnior (PL), se manifestou.

A nota dizia “[…] que o partido não tem restrição de conversar com os demais partidos que estejam pensando política na mesma direção”.

Foi a coluna que traduziu esta fala como se os possíveis parceiros para o PL como “os partidos que queiram fazer frente ao atual prefeito Mariano Mazzuco Neto (PP)”.

Primo Júnior contestou a informação. Eis o que disse o vice-prefeito:

– Você fez uma tradução que não foi a que disse;

– Eu não falei em fazer frente contra ninguém;

– Estava mais conectado na questão da ideológica do que com algum nome ou partido em específico;

–  Não estou aqui para fazer frente a ninguém;

–  Não é por esse motivo que me movo;

–  Acho difícil uma coligação com os que já tem candidato a prefeito;

– O fato é que estamos construindo nosso projeto e não queremos ir contra ninguém, nosso objetivo não é fazer frentão contra A ou B;

– Queremos apenas fazer um projeto interessante para Araranguá.

 

 PL NÃO É GOVERNO

De fato, a leitura é da coluna. E por uma razão simples. Foi o PL quem emitiu nota oficial (14/06/2019) e se afastou de forma oficial do governo.

http://post.tv.br/2019/06/14/partido-liberal-coloca-cargos-a-disposicao-em-ararangua/

NOUTRO CAMPO

Por esta razão, a lógica é de que saiu (e não é segredo para ninguém) porque não concorda, não quer mais estar na mesma frente do prefeito Mariano. Se não houvesse a divergência, permaneceria no governo.

Primo Menegalli Júnior, por sua característica, “não fará um discurso de afronta, muito menos de rebelião”. Não é o perfil dele.

Há menos que, lá adiante, o PP mude de ideia e ofereça o candidato a vice na chapa de Primo Junior – o que parece pouco provável, já que o PP tem Mariano e Daniel (e ainda outros nomes como Sasso, Tonhão, May) como nomes para a disputa.

NA OPOSIÇÃO

Já o vereador Igor Gomes Batista (PL) é um crítico ferrenho do atual prefeito, desde o início do governo de Mariano Mazzuco (PP). Também foi eleito pela chapa de situação, pelo Partido Verde, mas passou para oposição.

DEVIDA CORREÇÃO

A nota da coluna de domingo (10) “na mesma mesa”, que trata de uma possível conversa com PSD, PL e MDB de Araranguá, trouxe que “uma liderança do PR fez uma conversa extraoficial com o PSD”. Deveria ter sido ““uma liderança do PL”.

OPOSIÇÃO DIVIDIDA?

Para o governo, o melhor cenário é o atual que se desenha, em teríamos 4 chapas. Ou seja, a oposição ficaria dividida em três chapas.

Mariano Mazzuco / Daniel Viriato, do PP, teriam, em tese, que concorrer contra César Cesar (MDB) – que aposta em um vice do PSD; Primo Júnior / Igor, do PL; e Ricardo Ghellere / Hilário Destro, do PRTB.

Há ainda PDT e PT, que aparecem com o nome de Anísio Premoli para a chapa majoritária (sob a desconfiança de que há um acordo prévio – que eles negam), com PP e Podemos.

O melhor cenário para o campo ‘não governista’ seria hoje unir MDB, PL e PRTB (Avante, DEM, PSC, DEM e PSDB).

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