A Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense (AMESC) promoveu, nos dias 5 e 6 de outubro, a formação “Formação para Educadores Sociais e Equipe Técnica nos Serviços de Acolhimento de Crianças e Adolescentes”.
A iniciativa reuniu profissionais da Comarca de Santa Rosa do Sul e também representantes do município de Turvo, em razão do serviço de acolhimento Cativar. O encontro proporcionou momentos de capacitação, troca de experiências e aprofundamento sobre as práticas desenvolvidas nos serviços de acolhimento.
Formação com especialista da FECAM
A capacitação foi conduzida pela doutora em Serviço Social pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), assistente social da Federação de Consórcios, Associações e Municípios de Santa Catarina (FECAM), Dr.ª Janice Merigo.
Com experiência na área, Janice é autora do livro “Acolhimento Familiar: experiências de SC” e integra Grupos de Trabalho Interinstitucionais voltados ao Acolhimento de Crianças e Adolescentes e ao Conselho Tutelar, coordenados pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).
Durante os dois dias de atividades, foram abordados aspectos relacionados à atuação dos educadores sociais e das equipes técnicas nos serviços de acolhimento, considerando a garantia de direitos, a proteção integral e a construção de estratégias para qualificar o atendimento prestado a crianças e adolescentes.
Troca de experiências e fortalecimento da rede
A mediação das atividades ficou a cargo da assistente social e especialista em Educação em Direitos Humanos e Redes de Proteção Social, Rosângela P. Alexandrino, assessora em Políticas Públicas da AMESC.
A proposta da formação também foi estimular a troca de experiências entre os profissionais que atuam diretamente nos serviços de acolhimento, fortalecendo a articulação entre os diferentes integrantes da rede de proteção.
Para a AMESC, a capacitação representa uma oportunidade de qualificar o trabalho desenvolvido pelos municípios e fortalecer a atuação dos profissionais envolvidos na proteção de crianças e adolescentes.
A entidade destaca que iniciativas como essa contribuem para um atendimento cada vez mais humanizado, articulado e alinhado às políticas públicas de proteção, ampliando a preparação das equipes diante dos desafios encontrados nos serviços de acolhimento.












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