Além da falta de pressa em falar em eleições, a divisão dos partidos de Araranguá facilita o projeto de manutenção do Progressistas no governo, e isto não é novidade para ninguém.
Um movimento desta semana pode ter sido o fato novo para mudar este quadro. Sentaram em uma mesma mesa o pré-candidato do MDB, César Antônio Cesa, e a dupla que se apresenta como pré-candidatos pelo PL, o vice-prefeito Primo Menegalli Júnior e o vereador Igor Gomes Batista.
Não é uma conversa definitiva, mas é um gesto, abre as conversações para uma futura aliança.
O MDB mira também no PSD, que ao menos por hora, ainda não senta à mesa para conversar sobre um projeto político afastado do Progressistas, de Mariano Mazzuco Neto. Isto porque ainda tem cargos no governo.
Mesmo com a saída de Bruno Guimarães e Geraldo Mendes para o PP, o PSD ainda tem algumas posições como a Secretaria de Governo, com Giancarlo Soares de Souza; a esposa do advogado Aldryn Luciano – Cristiana Rzatki da Silva de Souza, no Procon; e a esposa de Adércio Velter – Derli Cândido; e o ex vereador Loreni Pereira, ambos no Samae.
Mesmo assim, há um sentimento dentro do PSD de apresentar um novo projeto para a Cidade das Avenidas. Com MDB e PL, deve ser o caminho.
Não há nada fechado, mas é um caminho.
ACORDÃO AINDA NÃO
Primo Júnior, à coluna, disse que a questão de Araranguá está sendo tratada de maneira local. Que ainda não houve contato com o PL local sobre um possível acordão regional, embora confirme que houve a conversa com o César.
Isto porque no final da tarde, nos bastidores correu a informação de que a coordenação macrorregional do PL estava em conversas com a direção do MDB para fazer um acordo de apoio mútuo em municípios da Amesc.
No radar estariam pelo menos seis municípios: Araranguá, Sombrio, Passo de Torres, São João do Sul, Praia Grande e Morro Grande.











