Nesta semana, um perfil fake no Instagram postou fotos de diversas mulheres, a maioria moradoras de Araranguá, insinuando que elas teriam sido estupradas. O nome da conta era “violador de vagabundas”, o que gerou revolta de todas as mulheres que tiveram sua imagem exposta de forma inverídica e também de outras que se solidarizaram. Nos comentários, veículos de comunicação e até a Polícia federal eram marcados para que as publicações fossem excluídas e o responsável, punido. Não havia qualquer informação sobre quem era o dono da conta ou de onde o perfil era.

Em conversa com a Post TV, o advogado Gian Setter explicou quais os crimes cometidos pelo criador da página. “O crime existente nessa situação é difamação e falsidade ideológica por obviamente não expor suas informações pessoais neste perfil. Na sequência da denúncia a policia civil inicia uma apuração por seus meios tecnológicos, até chegar ao indivíduo que feriu a honra destas mulheres” afirma.

Algumas das mulheres se mobilizaram para pedir que alguma atitude fosse tomada. Na tarde desta quinta-feira, o perfil já tinha sido tirado do ar.

 

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