Evento tem apoio da Unesc de Araranguá e o objetivo é premiar quem pescar o maior robalo e ainda incentivar a pesca esportiva. O evento tem o apoio do município, Turismo, Samae e Unesc

O Rio Araranguá foi o ponto de encontro de 28 embarcações que trouxeram competidores para a prática da pesca esportiva, em mais uma edição do Circuito Brasil Sul de Robalo.

A abertura o evento aconteceu na noite de sexta-feira (6), com concentração no Pier Valley Marina, do empresário Sérgio Arcaro, grande incentivador deste evento.

  Crédito: Ivete Rodrigues / Sulfashion

 

A competição teve início na manhã de sábado e foi organizado pela ARPIA (Associação Rio Grandense de Pesca com Iscas Artificiais de Porto Alegre), do Rio Grande do Sul, em parceria com o Governo do Município de Araranguá, através do Departamento Municipal de Turismo, e entre as parcerias, está o Campus Unesc de Araranguá.

 

Como funciona a pescaria?

A pesca iniciou as 8h deste sábado, em pontos pré-determinados do Rio Araranguá em busca do maior robalo.

Segundo César Fagundes, presidente da ARPIA, trata-se de uma pesca esportiva. Depois de pescar, pesar e medir os peixes, eles são devolvidos ao rio.

“Queremos conscientizar as pessoas da importância desses animais também para nossa região. Por isso pescamos mas depois devolvemos, o peixe é usado apenas para a prática do esporte. Detalhe importante da competição: quando pescado, o peixe deve ser levado vivo até a organização, para ser pesado, antes de ser devolvido à água, vivo. Se o robalo morrer quando devolvido à água a equipe perde pontos. Todos os barcos transportam caixas com água para o recolhimento dos peixes”, explica o organizador.

De acordo com César, esta é a primeira etapa, onde a segunda acontecerá em Torres (RS), no mês de junho; depois, a terceira em setembro, novamente em Araranguá; e a última, será em Torres/RS, no mês de Outubro.

A expectativa era de cerca de 30 embarcações participantes, somando aproximadamente 70 atletas, que inclusive já realizaram treinos no local. Segundo César, nos treinos já chegaram a pescar um robalo de quase 5kg

 

 Pontuação e premiação

Em cada etapa são pontuadas dez equipes, onde de 10º a 6º colocados ganharão medalhas e de 5º ao 1º com troféu. Porém, a premiação só ocorre ao final das quatro etapas, onde a equipe que tiver maior número de pontos vence a competição, onde o objetivo principal é pescar o maior robalo e entregá-lo vivo para a pesagem.

Além dos competidores, o público pode assistir gratuitamente o evento acomodado no Pier Gastrobar Sal e Limão, localizado em um amplo deck à beira rio, anexo à Marina Pier Valley, de Sérgio Arcaro.

A coordenadora de Turismo da AMESC, Helen Becker, destacou a importância de um evento como esse também para o turismo da região.  

“É muito importante pois os competidores vem com a família, e acabam gastando aqui, com hospedagem, comida e até com lazer e isso agrega muito a nossa região” destaca Helen.

 

Coletiva de imprensa

Para apresentar o evento, uma coletiva foi organizada pela Unesc de Araranguá e trouxe as pessoas envolvidas para que toda a imprensa da região da Amesc pudesse conhecer ainda mais sobre o evento.

Participaram da coletiva, o prefeito Mariano Mazzuco Neto (PP), o presidente da ARPIA (Associação Rio Grandense de Pesca com Iscas Artificiais de Porto Alegre) do Rio Grande do Sul, César Fagundes; o diretor de Turismo, Giovani Rosa; o empresário Sérgio Arcaro; a diretora do campus da Unesc de Araranguá, Izabel de Souza.

A diretora do campus da Unesc de Araranguá destacou o compromisso da Universidade com o desenvolvimento econômico e social da cidade.

Colaboração: Jornal Enfoque Popular – Jornal Volta Grande – Revosta Sul Fashion – Giovani Rosa (Depto. de Turismo)

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